terça-feira, 24 de agosto de 2010

Agora é Lelo lá!

Companheiros internautas,

durante o período eleitoral, estaremos direcionando as nossas notícias para o site:
O nosso Deputado Estadual

acessem

Agora é Lelo lá!!!

Saudações

Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadore de Botucatu
Rua Nelo Cariola, 456 - Centro
Horário de Atendimento: segunda à sexta, das 08h00 às 18h00

O PT de São Manuel apóia a candidatura de Lelo Pagani à Deputado Estadual

"O Diretório do Partido dos Trabalhadores de São Manuel, por sua diretoria executiva, tendo a frente o presidente Pedro Luís Biandan, utilizando este espaço democrático do amigo radialista nº.1 do rádio sãomanuelense, Sandro Dálio, torna público o apoio regional ao candidato a deputado estadual pelo PT de Botucatu, Lelo Pagani.

Amigo já de alguma data, Lelo é professor da Unesp e também vereador no segundo mandato pela vizinha cidade de Botucatu, tendo obtido nas últimas eleições municipais o dobro de votos da primeira legislatura.

No mandato passado foi líder do prefeito Ielo na Câmara e na atual legislatura é lider da oposição.

Em reunião recente com o candidato, com lideranças do PT e com a coordenação de campanha, o PT de São Manuel, resolveu apoiar regionalmente o amigo Lelo Pagani, pela proximidade que mantemos com o PT de Botucatu e também pelo projeto apresentado pelo candidato, o qual inclui não só a cidade de Botucatu, mas toda a região e em especial a parte do projeto dirigida à São Manuel.

As lideranças regionais do PT, vem fazendo em muitas cidades, as chamadas dobradinhas com candidatos a deputados estaduais e federais, estabelecendo coligações regionais.

Em São Manuel, colocando em prática a nova postura do PT, não vai ser diferente, estamos tornando público e também inédito nas linhas do partido aqui em São Manuel, o apoio total a candidatura à reeleição do deputado federal Miltom Monti, por entender o partido, ser a hora de fortalecer as lideranças partidárias regionais, a necessidade de aproximação permanente com o governo federal através de um representante local e pela bagagem e experiência política que traz o deputado e conterrâneo Miltom Monti.

São Manuel, 17 de agosto de 2010"

sábado, 21 de agosto de 2010

Datafolha: Após horário eleitoral, Dilma aumenta a vantagem sobre Serra

Após as indicações do Ibope e do Vox Populi, agora é a vez do Datafolha mostrar que cresceram as chances de Dilma Rousseff vencer a eleição presidencial em primeiro turno no dia 3 de outubro próximo. Segundo o instituto, a candidata já alcançou 54% das intenções de votos válidos (desconsiderados os brancos e nulos).
O Datafolha divulgou hoje (21) o levantamento, feito ontem (20), que aponta Dilma com 47% das intenções, bem à frente de José Serra do PSDB (30%) e Marina Silva do PV (9%). A vantagem da candidata dobrou em relação ao levantamento realizado entre os dias 9 e 12 de agosto, quando a petista estava com 41%, o tucano tinha 33% e a candidata verde registrava 10%.
São três motivos apontados pelo Datafolha para a ampliação da liderança: influência da TV, votos das mulheres e desempenho melhor na região Sul. "Os que viram o horário eleitoral alguma vez desde que começou, na terça-feira [dia 17 de agosto], são 34%. Entre os que assistiram a propaganda, Dilma tem 53% e Serra, 29%", diz a reportagem do jornal Folha de S. Paulo.
Os diretores do Datafolha, Mauro Paulino e Alesandro Janoni, são categóricos sobre o peso da TV no cenário atual: "A TV prova mais uma vez seu poder de alcance e penetração nos mais diversos estratos da população brasileira, inclusive naqueles onde o acesso à informação é raro. Oficializadas as candidaturas, a cobertura das eleições na mídia, especialmente na TV, se intensificou".

Mulheres e Sul
No entanto, o movimento mais forte ocorreu entre as mulheres. Na pesquisa anterior do Datafolha, havia empate técnico de 35% entre Dilma e Serra. Agora, a candidata abriu simplesmente 12 pontos percentuais de frete: 43% contra 31% de Serra. No segmento dos homens, ela tem uma vantagem ampla de 52% contra 30% do tucano.
Nos três estados do Sul, o Datafolha mostra agora um empate técnico de 38% para Dilma e 40% para Serra. Há um mês, o tucano tinha uma liderança de 45% a 32%.
A pesquisa de ontem do Datafolha ouviu 2.727 eleitores. As intençõe de voto em branco, nulo ou nenhum são de 4%, e os indecisos, 8%. A margem de erro é de dois pontos percentuias para mais ou para menos.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Dilma visita CNBB e afirma que acesso à água será prioridade em seu governo

A candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff, fez uma visita à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) onde garantiu que dará atenção à universalização da água, assim como fez com a energia elétrica por meio do programa Luz para Todos.
Diante da preocupação do presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio Rocha, a candidata afirmou que pretende estabelecer metas de ampliação do acesso à água e lembrou que a instalação de cisternas e a interligação das bacias do São Francisco vão beneficiar as comunidades do semiárido nordestino.
“É uma questão de grande sensibilidade de Dom Geraldo. Vamos colocar e perseguir metas. A meta é, sobretudo, um desafio”, disse a candidata.

Casa própria
Dilma acredita que será cumprida a meta de 1 milhão de casas até 2010, prevista no programa Minha Casa, Minha Vida. Ao pedir uma “avaliação isenta” dos números, ela alertou que a construção de 590 mil moradias já foi contratada. Para a segunda edição do programa, estão previstas 2 milhões de casas até 2014.
“É até possível fazer mais, porque aprendemos como fazer. Mas a Caixa já deu um show ao contratar 590 mil casas. É uma vitória desse país voltar a ter programa habitacional”, disse a candidata, atribuindo ao aquecimento da indústria da construção civil parte dos 14 milhões de empregos criados no governo Lula.
“Os 14 milhões de empregos não caíram do céu. Além das indústrias naval e da construção civil, que voltaram a funcionar, o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) é um grande gerador de mão de obra.”

Igreja
Dilma ressaltou o papel da Igreja no reforço dos valores, mesmo em um Estado laico como o Brasil, e lembrou a reação dos bispos à ditadura militar. “Eu me considero grande devedora da CNBB. Os bispos do Brasil tiveram a ousadia de se levantar contra o processo de fechamento que o país vivia. E muitos foram responsáveis pela sobrevivência de muita gente.”

O sentido histórico de uma candidatura (e de um programa)

O primeiro programa de Dilma na TV cala tão mais fundo quanto mais percebemos os elos de ligação da jornada que ele apresenta e a oportunidade histórica que essa eleição oferece de religar fios dessa trama que, em função de algumas doloridas derrotas, acabaram ficando soltos pelo caminho.

por Marco Aurélio Weissheimer, na Carta Maior

O primeiro programa de TV da candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República calou fundo. E a emoção que despertou não foi resultado de um truque de marketing. A excelência técnica, neste caso, foi submissa ao sentido histórico da candidatura. Entregou-se por inteiro, de joelhos – a qualidade de imagem, de edição, de som, de roteiro –, para narrar um pedaço da história recente do Brasil e para apresentar uma importante personagem dessa história. A imagem de abertura é simples e poderosa: uma estrada, um veículo e somos convidados a seguir em frente com as nossas crenças, paixões e compromissos. Essa jornada, no programa, não é uma invenção aleatória, mas sim um trajeto muito bem situado historicamente. Tem passado, presente e futuro. E estabelece nexos entre eles.
Há vários detalhes que devem ser destacados. Nos programas vitoriosos de Lula, em 2002 e 2006, a ditadura militar não foi tema no debate eleitoral. Agora, aparece já no primeiro programa de Dilma. Por duas razões. Os adversários de Dilma querem usar contra ela seu passado na luta armada contra a ditadura militar, apresentando-a como uma “terrorista”. O expediente, explicitado didaticamente na capa da revista Época, já depõe contra o candidato José Serra que, supostamente, também foi perseguido pela ditadura militar. Se não foi supostamente, ou seja, se foi de fato, não deveria jamais autorizar esse tipo de argumento autoritário e aliado do fascismo que governou o país por aproximadamente duas décadas. Mas o tiro da Época saiu pela culatra e ajudou a consolidar, na figura pública de Dilma, uma dimensão histórica que não era desejada por seus adversários (não deveria ser ao menos). A capa da revista vai, entre outras coisas, inundar o país com milhares de camisetas como a fotografia de uma mulher que entregou-se de corpo e alma na luta em defesa da democracia. Então, ela não é apenas uma “gerentona linha dura”, sombra de Lula, sem história nem passado. A candidata não só tem passado, como o resgate desse passado parece incomodar o candidato Serra, ele também, supostamente, um resistente da ditadura.
Isso não é pouca coisa. Como tantos outros brasileiros e brasileiras valorosos, Dilma participou da resistência armada contra um regime criminoso que pisoteou a Constituição brasileira e depôs um presidente legitimamente eleito. E a palavra legitimidade adquire um sentido muito especial neste caso. A transição da ditadura para a democracia, como se sabe, ocorreu com muitos panos quentes e mediações. Muita coisa foi varrida para debaixo do tapete por exigência dos militares e seus aliados civis conservadores. E agora, uma filha da geração dos que lutaram contra a ditadura apresenta-se como candidata a disputar o posto mais alto da República. Mais ainda, como candidata a dar prosseguimento ao governo do presidente com a maior aprovação da história do país. Um presidente saído das fileiras do povo pobre, sindicalista, que também participou da luta contra o regime militar e ajudou a acelerar a transição para a democracia.
Dilma representa, portanto, a linha de continuidade de uma luta interrompida pelo golpe de 1964, retomada no processo de redemocratização e que hoje materializa-se em um governo com aproximadamente 75% de aprovação popular. Ela representa também a possibilidade de outras retomadas para fazer avançar a democracia brasileira. Em outras palavras, é uma candidatura com sentido histórico bem definido, um sentido que remonta a um período anterior inclusive ao golpe militar de 1964. Quando Dilma diz que olha o mundo com um olhar mineiro e que pensa o mundo com um pensamento gaúcho, não está fazendo um gracejo regionalista, mas sim retomando uma referência histórica que remonta à primeira metade do século XX e que, ainda hoje, causa calafrios nas elites econômicas e políticas de São Paulo. Essas são algumas das razões pelas quais o programa de Dilma calou fundo. Ele fala da história do Brasil, de algumas das lutas mais caras (na dupla acepção da palavra, querida e custosa) do povo brasileiro, de vitórias e derrotas. Isso transparece em suas palavras e em seu olhar. Há verdade aí, não invenção de propaganda eleitoral. Ela viveu aquilo tudo e tem hoje a oportunidade de conduzir o Brasil nesta jornada, na estrada que nos leva todos para o futuro.
Passado, presente e futuro não são categorias isoladas e aleatórias. Um não existe sem outro. São diferentes posições que assumimos nesta estrada que aparece no programa. É um programa que cala tão mais fundo quanto mais percebemos os elos de ligação nesta jornada e a oportunidade histórica que essa eleição oferece de religar alguns fios dessa trama que, em função de algumas doloridas derrotas, acabaram ficando soltos pelo caminho.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Saiba o que a Dilma falou no Debate Folha/UOL

"O PFL [atual DEM], quis acabar com o ProUni na Justiça . O que teria acontecido e o que você [Serra] diria aos 704 mil alunos beneficiados? A questão ainda tramita e os estudantes, em maioria afro-descendentes, podem ficar sem oportunidade"

“Entendo que vocês [a imprensa] procurem sempre um acontecimento súbito. Agora, acredito que não são as pesquisas que decidem a eleição. Até lá, quanto mais a gente debater, é melhor para o eleitor. Contribui mais para o processo de decisão do eleitor do que altos e baixos em pesquisa.”

"A diferença é que nós reconhecemos que votamos errado. Nós, hoje, aprovamos a lei de responsabilidade fiscal, aprovamos perfeitamente o Plano Real."

"Acho um verdadeiro absurdo um candidato a presidente da República [Serra] dizer que o Enem está desmoralizado porque uma gráfica, que está sendo investigada, vazou as provas. Sabemos que qualquer sistema no mundo é passível de ser vazado."

“Acredito que esse seu número [de Serra, sobre impostos e investimentos] seja bastante antigo. A última vez que mencionou era de 2008. Então, era bom atualizar e ver se essa sua informação tem consistência.”

“Diante da crise, tivemos uma reação muito clara. Reduzimos IPI de automóvel, da linha branca, da construção civil. Fizemos todo um esforço de redução tributária para manter a economia funcionando.”

“Acho que você, Serra, teve uma avaliação errada da crise. Você supôs que ela ia ser mais profunda do que foi. Até seria se a gente utilizasse os padrões vigentes no Brasil do governo anterior, do Fernando Henrique Cardoso.”

"Havia no governo federal uma coisa chamada fila burra, na época do governo Fernando Henrique, que não deixava investir em saneamento. Se o primeiro da fila não apresentava os documentos necessários, então o segundo não podia fazer nada."

"No Rio, estamos botando R$ 40 bilhões [em saneamento], enquanto o governo Fernando Henrique botava R$ 300 bilhões no Brasil todo."

"Sou uma política não tradicional. Não tive experiência parlamentar, mas administrativa dentro do governo eu tive bastante. Poucas pessoas passaram por um escrutínio tão pesado quanto eu nos últimos 3 anos."

"Não acredito que tenha uma mulher que seja favorável ao aborto. São situações a que as mulheres recorrem no desespero. Eu pessoalmente não sou a favor do aborto. Agora, acho que o Brasil tem de ter política de saúde pública que permita a mulher ser protegida."

“A estabilidade do real foi uma conquista do governo Fernando Henrique. Em parte. Porque nós recebemos do governo uma taxa de inflação em descontrole, uma dívida externa elevadíssima.”

“Hoje emprestamos ao fundo monetário e controlamos a inflação. Tivemos de ter o trabalho de estabilizar o Brasil. Esse momento de estabilidade com crescimento econômico é conquista nossa. Parte do processo pelo qual criaram a estabilidade do real aconteceu [no governo FHC], mas nos entregaram um pouquinho quebrado.”

"Numa campanha presidencial, a gente escala todo dia o Everest."

"A nossa proposta é um caminho que aponta para o futuro. É um caminho que significa continuidade e avanço do que o que está sendo feito pelo governo do presidente Lula. Com mais emprego, mais crescimento, mais igualdade e mais distribuição de renda."

"Em apenas sete anos e meio, nosso governo mudou o Brasil. Precisamos garantir que esse processo de mudança avance. Precisamos que ele faça sem interrupção e sobressaltos."

"Acho que, no Brasil, a internet ainda é muito cara. Tivemos um tempo muito grande para recuperar as fibras ópticas que o governo Fernando Henrique havia entregue para uma empresa."

"Não trabalho com essa avaliação [vencer no primeiro turno]. Eleições a gente ganha no dia 3 de outubro, não antecipadamente."

Lula X FHC: o que mudou para o Brasil

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Veja o primeiro programa da Dilma na TV

Vox Populi mostra Dilma 16 pontos à frente do tucano José Serra

A candidata petista à Presidência da República, Dilma Rousseff, venceria no primeiro turno se a eleição fosse hoje, de acordo com a pesquisa Vox Populi/Band/iG divulgada nesta terça-feira.
Dilma teria 45% das intenções de voto, contra 29% do presidenciável tucano, José Serra, e 8% da candidata do PV, Marina Silva. Para vencer a disputa no primeiro turno, a quantidade de votos válidos contabilizados por um determinado candidato deve ser superior à soma dos votos obtidos pelos demais concorrentes.
Os demais candidatos não atingiram 1% das intenções de voto, 5% declararam voto branco ou nulo e outros 12% se disseram indecisos. A pesquisa estimulada, que mostra os nomes dos candidatos para os entrevistados, foi feita entre os dias 7 e 10 de agosto, após o primeiro debate entre os presidenciáveis, realizado pela Band no dia 5 de agosto.
O melhor desempenho de Dilma é na região Nordeste, e o pior é na região Sudeste. Em Pernambuco, ela teria 66% dos votos, contra 19% de Serra. Já o tucano tem seu melhor desempenho na região Sul e, o pior, no Nordeste. Em São Paulo, Estado que governou até abril, Serra teria 40% dos votos, contra 33% da petista.
O instituto entrevistou 3 mil pessoas em 219 municípios de todos os Estados, do Distrito Federal e excluindo Roraima. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 22.956/10. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos.
Dilma também aparece na frente na pesquisa espontânea, com 32% das intenções de voto, ainda segundo a Vox Populi/Band/iG. José Serra aparece em segundo, com 18%, e Marina Silva em terceiro, com 5% das intenções de voto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não é candidato, foi citado por 3% dos entrevistados. Outros 6% disseram votar nulo ou branco e 34% não sabem em quem votariam.
Na última pesquisa Vox Populi, publicada em 22 de julho, a candidata petista tinha 41%, contra 33% de Serra e 8% de Marina. Outros 4% declararam votar em branco ou anular e 13% estavam indecisos.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Delegados de polícia de São Paulo desmentem Serra

A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp) divulgou nota à imprensa desmentindo José Serra (PSDB).
O demo-tucano afirmou na sexta-feira, que seria uma ‘bobagem’ a afirmação feita por Dilma Rousseff (PT), de que os delegados de São Paulo são os mais mal pagos do País.

Segue a nota da Adpesp:

Nota de esclarecimento
Sobre a declaração do candidato à presidência José Serra, que disse ser mentira a informação divulgada pela também candidata Dilma Rousseff, de que os salários dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo são os piores do país.
Diferente do que disse na última sexta-feira (13) o candidato à presidência José Serra, os salários dos delegados de polícia do estado de São Paulo, o estado mais rico do país, são os piores da nação, sim. Clique aqui para ver a tabela, com as suas respectivas fontes.
E isso não é “bobagem”, é apenas uma das aberrações da situação da Segurança Pública paulista. Além da baixa remuneração, hoje são apenas 3,2 mil delegados para os 42 milhões de habitantes. Sem contar que 30% das delegacias do Estado de SP não contam com delegados titulares.
Essa não é a primeira vez que José Serra ignora a situação. Inúmeras foram as investidas dos delegados em conversar sobre reestruturação. Em 2008, o então governador assistiu à maior greve da história da Polícia Civil (59 dias) com a promessa de reformas em dois anos, o que não ocorreu.
As propostas estão no Palácio dos Bandeirantes e visam à melhora de condições na carreira e estruturais.
Recentemente, o governo paulista aprovou o Adicional de Local de Exercício (ALE). O benefício traz ironias como tornar a arrecadação do imposto de renda maior do que o aumento. Vale destacar, também, que o adicional será pago integralmente em apenas cinco anos. O que fica de certeza com o ALE é que pelo menos até 2014 os delegados paulistas continuarão tendo o pior salário do Brasil.
PSDB está processando novamente delegados de polícia – no mesmo dia em que José Serra disse ser “bobagem” a questão salarial dos delegados, o Tribunal Regional Eleitoral de SP, a pedido do partido e seus coligados nas eleições, entrou com um Mandado de Suspensão de campanha publicitária (http://www.adpesp.org.br/campanha) da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de SP – Adpesp.
Alega-se que a Associação esteja fazendo propaganda eleitoral negativa.
Contudo, os números divulgados, como a remuneração, são oficiais. Por isso, a Adpesp reforça que é apartidária e está, como sempre esteve, preocupada apenas em tornar o mínimo razoável as condições de trabalho dos delegados de SP.

Marilda Pansonato Pinheiro, presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo – Adpesp

domingo, 15 de agosto de 2010

Estratégia de campanha de Serra deu ‘100%’ errado

Todos os planos que José Serra traçara para sucessão de 2010 deram errado. Em consequência, o presidenciável tucano chega à fase do horário eleitoral gratuito, último estágio da campanha, em situação de absoluta desvantagem.
No pior cenário esboçado pelo tucanato, previa-se que Serra iria à propaganda de televisão empatado nas pesquisas com Dilma Rousseff. Deu-se algo mais dramático.
Todos os institutos acomodam Serra atrás de sua principal antagonista. No Datafolha, o fosso é de oito pontos. Vai abaixo um inventário dos equívocos que distanciaram a prancheta do comitê de Serra dos fatos:

1. Chapa puro-sangue: Serra estava convicto de que Aécio Neves aceitaria compor com ele uma chapa só de tucanos. Em privado, dizia que as negativas de Aécio não sobreviveriam a abril. Aceitaria a vice quando deixasse o governo de Minas. Erro.

2. PMDB: O tucanato tentou atrair o PMDB para a coligação de Serra. Nos subterrâneos, chegou-se a levar à mesa a posição de vice. Desde o início, a chance de acordo era vista como remota. Mas o PSDB fizera uma aposta: dividido, o PMDB não entregaria o seu tempo de TV a Dilma. Equívoco.

3. Ciro Gomes: O QG de Serra achava que Ciro levaria sua candidatura presidencial às últimas consequências. Numa fase em que Serra ainda frequentava as pesquisas com dianteira de cerca de 30 pontos, o tucanato idealizou um cenário de sonho.
Candidato, Ciro polarizaria com Dilma a disputa pelo segundo lugar, dividindo o eleitorado simpático ao governo. Mais um malogro.

4. Marina Silva: Serra empenhou-se para pôr de pé, no Rio, a aliança de seus apoiadores (PSDB, DEM e PPS) com o PV de Fernando Gabeira. Imaginou-se que, tonificado, Gabeira iria à disputa pelo governo fluminense com chances de êxito. E o palanque dele roubaria votos de Dilma para Serra e Marina.
Deu chabu. Empurrado por Lula, Cabral é, hoje, candidato a um triunfo de primeiro turno. A vantagem de Dilma cresce no Estado. E Marina subtrai votos de Serra.

5. Sul e Sudeste: O miolo da tática de Serra consistia em abrir boa frente sobre Dilma nessas duas regiões. Sob reserva, Luiz Gonzales, o marqueteiro de Serra, dizia: O Nordeste é importante, mas nossas cidadelas são o Sul e o Sudeste.
Acrescentava: Não podemos perder de muito Nordeste. E temos de ganhar muito bem no Sul e Sudeste. As duas premissas fizeram água. Ampliou-se a vantagem de Dilma no Nordeste. E ela já prevalece sobre Serra também no Sudeste.
Há 20 dias, Serra batia Dilma em São Paulo e era batido por ela no Rio. Em Minas, a situação era de equilíbrio. Hoje, informa o Datafolha, a vantagem de Dilma (41%) ampliou-se em dez pontos no Rio. Serra (25%) enxerga Marina (15%) no retrovisor.
Em Minas, Dilma saltou de 35% para 41%. E Serra deslizou de 38% para 34%. Em São Paulo, o tucano ainda lidera, mas sua vantagem sofreu uma erosão de sete pontos. Resta, por ora, a “cidadela” do Sul, insuficiente para compensar o Nordeste. Pior: Dilma fareja os calcanhares de Serra também nesse pedaço do mapa.
No Rio Grande do Sul, por exemplo, a vantagem de Serra caiu, em 20 dias, de 12 pontos para oito. No Paraná, encurtou-se de 15 pontos para sete.

6. Plebiscito: Lula urdira uma eleição baseada na comparação do governo dele com a era FHC. Serra e seu time de marketing deram de ombros. Como antídoto, decidiram promover um confronto de biografias: a de Serra contra a de Dilma.
Entre todos os equívocos, esse talvez tenha sido o mais crasso. Ignorou-se uma evidência. Do alto de sua popularidade lunar, Lula tornou-se o eixo da campanha. Tudo gira ao redor dele.
Lula transferiu votos para Dilma em proporção nunca antes vista na história desse país.

7. Debates e entrevistas: Em sua penúltima aposta, o grão-tucanato previra que Serra, por experiente, daria um baile em Dilma nos confrontos diretos. Não deu.
Reza a cartilha dos marqueteiros que, nesse tipo de embate, o candidato que vai bem não ganha votos. Porém, o contendor que dá vexame sujeita-se à perda de eleitores. Para o PSDB, o vexame de Dilma era certo como o nascer do Sol a cada manhã.
No primeiro debate, promovido pela TV Bandeirantes, o escorregão não veio. Na entrevista ao “Jornal Nacional”, também não. Serra houve-se bem nos dois eventos. Porém, ao esquivar-se do desastre, Dilma como que ombrou-se com ele.

8. Propaganda eletrônica: Começa nesta terça (17) a publicidade eleitoral no rádio e na TV. O comitê tucano vai à sua última aposta. No vídeo, insistir na exposição da biografia do candidato. Serra será vendido como gestor experiente.
Vai-se esgrimir a tese de que Serra –ex-secretário de Estado, ex-deputado, ex-senador, ministros duas vezes, ex-prefeito e ex-governador— está mais apto do que Dilma para continuar o que Lula fez de bom e avançar no que resta por fazer.
Até aqui, o discurso não colou. Na propaganda adversária, o próprio Lula se encarregará de dizer que a herdeira dele é Dilma, não Serra. A julgar pelas pesquisas, o eleitor parece mais propenso a dar crédito ao dono do testamento.

Fonte: Uol
Escrito por Josias de Souza

Mercadante vai criar museu do Hip Hop

A escravidão acabou oficialmente há 122 anos. Mesmo assim, a inclusão social dos afro-descendentes ainda não se completou em nossa sociedade. O sistema de cotas em universidades públicas é, por enquanto, apenas um grão positivo nessa areia da desigualdade social. Aloizio Mercadante sabe disso. Defendeu o sistema de cotas e foi além: “Queremos em São Paulo uma política de inclusão social e de reconhecimento histórico dessa comunidade que é fundamental para a riqueza do Estado, para nossa identidade cultural e proponho a criação de cotas também nas Escolas Técnicas e nas Fatecs”.
O candidato do PT ao governo de São Paulo conversou com o pessoal da Educafro (Educação e Cidadania de Afro-descendentes e Carentes, rede de cursinhos pré-vestibulares comunitários, que é uma entidade do movimento negro, sem fins lucrativos que luta por justiça). A Educafro promove a inclusão de negros nas universidades públicas e particulares. E Mercadante quer usar o exemplo do governo federal em São Paulo. O governo Lula foi responsável pela criação da Secretaria de Combate ao Racismo, além do Programa Universidade para Todos (ProUni). Lá no ProUni, 20% das vagas são destinadas aos afro-descendentes.
Mas não para por aí. Mercadante destacou a importância cultural que vem dos bairros populares e defendeu a criação do Museu do Hip Hop: “É preciso colocar o hip hop no centro da discussão e da reflexão da cultura em nosso Estado. Esse é um compromisso que eu quero assumir”. Mercadante sabe que o movimento hip hop tem capacidade e força para mobilizar a juventude na produção cultural. Por isso, usando o exemplo federal, pensando nas comunidades de bairros populares, defendendo e ampliando o sistema de cotas, o senador completa: “Vamos criar oportunidades aos negros que carregam o passado da escravidão e que nunca tiveram a oportunidade no Brasil como tiveram com o governo Lula, e queremos que isso avance em São Paulo também”.
Tudo para que o grão de areia vire uma praia de igualdade social.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Bom final de semana

Dilma abre oito pontos sobre José Serra

A nova pesquisa Datafolha, divulgada a quatro dias do início do horário eleitoral na televisão, que começa em 17 de agosto, aponta a candidata Dilma Rousseff (PT) com 41% das intenções de voto, oito pontos à frente do adversário tucano José Serra, que registra 33%. No levantamento divulgado nesta sexta-feira (13), a candidata do PV, Marina Silva, se manteve estável com 10%. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais.
Na pesquisa anterior do Datafolha, realizada entre os dias 20 e 23 de julho, com 10.905 entrevistados, Serra estava com 37% e Dilma com 36%, tecnicamente empatados de acordo com a margem de erro de dois pontos percentuais. Marina tinha 10%.
No levantamento divulgado nesta sexta, os candidatos Plínio de Arruda Sampaio (Psol), Zé Maria (PSTU), Ivan Pinheiro (PCB), José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Rui Pimenta (PCO) foram incluídos na pesquisa, mas não pontuaram. O percentual de eleitores que vota branco ou nulo ficou em 5%, enquanto os indecisos são 9%.
Numa simulação de segundo turno, o cenário repete o da última pesquisa: a petista tem 49% contra 41% do tucano. Brancos e nulos ficaram em 5%, mesmo percentual de indecisos. Na sondagem anterior, publicada no final do mês de julho, Dilma ficava numericamente à frente de Serra, mas dentro da margem de erro: a petista tinha 46% contra 45% do tucano.
Encomendada pelo jornal Folha de S. Paulo e pela Rede Globo, a pesquisa foi realizada entre os dias 9 e 12 de agosto, com 10.856 entrevistados, em 382 municípios, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 6 de agosto de 2010, sob o número 22734/2010.

Segundo turno
A simulação de segundo turno feita pelo Datafolha também mostra que a vantagem de Dilma sobre Serra subiu e agora é de oito pontos percentuais (49% a 41%). Há 20 dias, era de só um ponto (46% a 45%).
Na intenção de voto espontânea, Dilma aparece em ascensão: 26% dos eleitores dizem, antes de receber o cartão circular com os nomes de todos os candidatos, que votarão nela (no final de julho, essa taxa era de 21%).
Serra manteve os 16% de citações espontâneas que registrou no levantamento anterior, enquanto 43% dos entrevistados não sabem dizer, sem serem estimulados pela relação de nomes, em quem vão votar.
A rejeição dos eleitores não sofreu alterações: 28% deles não votariam em Serra (contra 26% há 20 dias). Dilma é reprovada por 20% (um ponto percentual a mais que em julho).

Agenda 13.555

Segue abaixo agenda do Nosso Deputado Estadual Lelo Pagani - 13.555

Data: Sábado - 14 de agosto
Horário: a partir das 09h30
Local: Concentração na Praça do Bosque
Atividade: Corpo a corpo com eleitores na rua Amando de Barros

Data: Domingo - 15 de agosto
Horário: 10h00
Local: Sede do PT - Rua Nelo Cariola, 456 - Centro
Atividade: Reunião com Carlão, candidato à Deputado Federal, e grupo de apoio de Professores da região de Botucatu.

Vamos juntos com nosso povo conquistar o espaço que a Região de Botucatu merece na Câmara dos Deputados!!!

Diretório Municipal PT Botucatu
Coordenação Campanha Lelo Pagani
13.555 - O nosso Deputado Estadual
Fone: (14) 3813-5300

DIA DE MERCADANTE: 13 de agosto mostra força de Mercadante nas ruas

Desde a madrugada, bandeiras da campanha Governador Mercadante saíram às ruas para avermelhar a sexta-feira, 13 de agosto. Foi o Dia de Mercadante, quando candidatos proporcionais de toda a Coligação, em todo o estado, doaram um dia de sua campanha para o candidato a governador. Em São Paulo, lideranças do PT como o prefeito Luiz Marinho, de São Bernardo do Campo, começaram o dia na porta da fábrica da Ford, saudando os operários que chegavam pra trabalhar.
O candidato a governador, após descansar do intenso primeiro debate da Band, foi à Guarulhos para uma caminhada com cerca de 500 militantes pelas ruas da cidade. Muitas bandeiras, panfletos, adesivos e barulho avermelharam as ruas da cidade da Grande São Paulo, governada pelo PT. Por todo o interior do estado, agendas de mobilização em áreas de grande concentração das cidades foram divulgadas.
Com o debate na TV e o Dia de Mercadante, a campanha dá a largada e começa a chegar à "boca do povo". Nos próximos dias, começam a ser veiculados os programas do horário eleitoral gratuito no rádio e na TV, ocupando o dia-a-dia da população com os temas da campanha da Coligação União Para Mudar.

Dia de Mercadante


Hoje, sexta-feira 13, a coligação "União pra Mudar", que tem como candidato a governador o companheiro Aloizio Mercadante, estará realizando o Dia de Mercadante, que mobilizará a militância em todo o estado de São Paulo.

Em Botucatu, o Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores, estará realizando a mobilização a partir das 15h30, com a concentração na Praça do Bosque e diversas atividades no centro da cidade.

A população botucatuense e os partidos que fazem parte da coligação “União pra Mudar” (PT / PDT / PTN / PSDC / PRP / PRTB / PTdoB / PCdoB / PRB / PR), estão convidados à participar deste momento importante da campanha que levará Mercadante ao governo do estado.

Mais informações pelo telefone: 3813-5300

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Candidatos frente a frente na Band

Animação não falta. Aloizio Mercadante vai participar do primeiro debate entre os candidatos ao governo de São Paulo, que será realizado nesta quinta-feira (12/08), 22h, na Band. O candidato do PT afirma que este será o momento mais importante da campanha, onde os candidatos estarão frente a frente, expondo suas ideias.
Depois de muito estudo, depois de ouvir e debater com os setores representativos da população, chegou a hora. “Vamos com muito argumento e base técnica para defender o nosso projeto”, diz Mercadante. “Fizemos seis seminários, com cerca de mil participantes, cada um para elaborar nossas propostas”, afirma o senador. Mercadante mostra tranquilidade sobre a possibilidade de o debate na Band ser “quente”. “Tenho uma longa vida política, fui líder do governo Lula por sete anos e meio e enfrentei os mais difíceis debates da oposição”.
Sobre os principais assuntos do debate desta quinta-feira na Band, Mercadante diz que “há uma grande inquietação em relação à Segurança Pública no estado, e uma grande preocupação com os pais que têm filhos nas escolas públicas”.
22h, dia 12 de agosto, na Band. Mercadante vai dizer o que pensa e mostrar qual poderá ser a nova cara de São Paulo. Assista!

Mercadante fala das tarifas dos pedágios

O SPTV 2ª edição acompanhou o dia do candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, nesta quarta-feira (11/08), em Diadema, no ABCD Paulista. Ele falou sobre o valor dos pedágios e que pretende renegociar os contratos para diminuir os preços. "Nós queremos implantar o sistema de pagamento por quilômetro efetivamente rodado", afirmou.

Veja a reportagem completa no site g1.com